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Vocabulário e curiosidades sobre a copa do mundo

O período mais esperado pelos aficionados por futebol chegou. Aquele que só acontece de quatro em quatro anos. A Copa do Mundo, que move bilhões de telespectadores, relembra os bons tempos das figurinhas nas esquinas próximas às bancas de jornal no domingo e faz o Brasil se unir.

Mas a American Insight não quer ninguém com o mesmo nível de inglês do Joel Santana. Para evitar isso, vamos às principais expressões para você entender o jogo e também transmissões no idioma.

1. Camisa 10

Seja na pelada, na seleção ou no grande clube, a camisa foi imortalizada por aquele grande jogador, o que tem mais destaque na equipe e é quem decide os jogos, normalmente, o craque. O jogo está difícil? Toca no ace que ele resolve!

2. Nada de banheira

No campinho ainda dá para ter essa tática, mas em uma partida profissional, a regra é clara: se ficar ali, a bandeira levanta porque está em offside position.

 3. Saídas de bola

Quando a bola sai na linha de lado do campo, o jogador precisa fazer a cobrança por cima da cabeça. Isso é o throw-in. Do mesmo modo, quando a bola sai pela linha de fundo, temos o corner-kick.

 4. Antijogo

Recebendo uma entrada violenta de um adversário, o jogador tem a sua disposição uma free-kick, podendo até fazer aquele golaço! Quando essa ação acontece dentro da área, temos o penalty kick. Caso o jogador não consiga voltar ao campo, por motivo de contusion, entra em cena os substitutes.

 5. Quem apita o jogo

Essa personalidade muito bem elogiada durante as partidas, é o referre. Inclusive, é após ao seu sinal que temos o kick-off, para os trabalhos começarem.

 6. Terminando a fase de grupos…

Ao final da fase de grupos, temos os play-offs, sendo na sequência, round of 16, quarter-finals, semi-finals and finals. Havendo empate, para resolver quem leva a partida, como já diria Galvão Bueno, haja coração para aguentar o overtime, amigo! 15 minutos em cada um dos dois tempos, muita tensão e o fôlego já indo para o espaço (dos jogadores e o seu roendo as unhas em casa).

7. Diversos

São muitas palavras que circulam dentro do ambiente futebolístico. Na competição também temos os scores finais e, dentro deles, os top scorers. Quem levou mais yellow cards e red cards, por exemplo.

8. Posições

Os principais dos gramados são os defenders, midfielders and centers.

Preparem o churrasco, reúnam a família e os amigos on the bench que a Copa já chegou e é hora de torcer! É agora que o hexa vem?

conhecendo os eua atraves das series de televisao

Conhecendo os Estados Unidos através das séries de tv

Aqui na American Insight temos o costume de comentar com os nossos alunos que uma das melhores maneiras de aprender e dominar completamente o idioma é vivê-lo! Entender a fundo como funciona a cultura, os hábitos e o dia a dia de quem está imerso naquele mundo. Mas como podemos fazer isso estando tão distante dos Estados Unidos? Utilizando as boas e velhas séries, companheiras de maratonas pela madrugada a fio.

Fizemos uma lista que ajudam a dar um bom panorama sobre alguns dos locais mais famosos do país mais importante do mundo:

Friends – Nova Iorque

Uma das séries mais vistas e idolatradas pelo mundo afora, Friends trazia o cotidiano de 6 amigos tentando sobreviver na imponente Ilha de Manhattan, em Nova Iorque. Além da clara referência ao Central Park por conta do café que marcava presença em todos os episódios (o Central Perk), é possível conhecer também algumas de suas facetas mais famosas, como a gastronomia representada por Monica Geller, grandes empresas com a experiência de Rachel Green na Ralph Lauren e a paixão por pizza de Joey Tribbiani. Os
episódios chegaram a mostrar também alguns itens como o transporte público e a conexão  com cidades vizinhas por razão da falta de espaço para apartamentos maiores no grande centro.

Friends

The Ranch – Colorado

Estrelada por Ashton Kutcher e em exibição na Netflix, The Ranch aborda o dia a dia em uma pacata cidade de pouco mais de 500 habitantes no interior do Colorado. Também estão presentes nos episódios tradicionais itens da cultura local, como a íntima ligação com o porte de armas, poucas opções de lazer existentes nas pequenas cidades (muitas vezes ligadas ao único bar local) e a paixão por esportes mesmo no nível universitário.

The Ranch

Franquia Chicago – Chicago

A capital de Illinois é outra a receber bastante destaque nas séries e sucesso entre os fãs. Iniciada por Chicago Fire, que mostra o dia a dia de bombeiros e paramédicos na metrópole, a Franquia acabou expandindo para o universo policial (Chicago P.D.), médico (Chicago Med) e de promotores e investigadores (Chicago Justice). Em todas as versões é possível acompanhar os grandes problemas de uma das maiores metrópoles do país,  com casos de grandes proporções e da importância dos serviços básicos na vida de todo cidadão. Uma curiosidade é a presença do Molly’s, um pequeno bar frequentado por personagens das quatro séries.

Franquia Chicago

Grey’s Anatomy – Seattle

A dramática série mostra a difícil rotina de médicos no Seattle Grace (Hospital Memorial Grey-Sloan), em Seattle, Washington. Estrelada por Ellen Pompeo (que interpreta Meredith Grey), o sucesso dos episódios exibidos desde 2005 passa muito pela intensidade vivida no ambiente médico, as disputas entre as unidades hospitalares e os desafios dos profissionais na área para conciliarem também suas vidas pessoais. Importante também ressaltar o convívio dos personagens com a prática de esportes em espaços públicos, especialmente
corridas em parques.

Grey’s Anatomy

E a sua série favorita, possui algum item muito tradicional da cultura de uma região? Lembra de algum fato curioso que tenha aprendido por causa dela? Conte para a gente nos comentários!

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Itens clássicos da cultura americana [milk shake]

Calor, sobremesa, rock and roll, sanduíche ou pé na jaca. O milk shake, um dos clássicos da gastronomia e cultura americana, está enraizado em nosso cotidiano e vinculado aos diversos temas mencionados anteriormente, mas o que não se pode negar é que é uma invenção incrível.

Mas engana-se quem acha que ele surgiu já naqueles copos em clássicas lanchonetes dos anos 60. Sua origem data de 1885, como um tipo de remédio revigorante para jovens, adultos e idosos, tomados diretamente na drugstore. O mais curioso é que a bebida ainda levava whisky!

O termo milk shake passou a ser utilizado mesmo por volta de 1900, com uma adaptação que tirou o teor alcóolico da bebida e a tornou ainda mais líquida, sendo servida com uma bola de sorvete de creme (sim, ele ainda não estava misturado!).

Já em 1925 ele ganha a vida da maneira como todos nós amamos. Em um bar de Chicago, e com a invenção do liquidificador, o sorvete entrou na bebida e virou essa delícia que não conseguimos viver sem hoje. Era certeza de sucesso, não é?

Fácil de fazer e com inúmeros sabores é sempre uma ótima pedida entre a equipe da American Insight. Mas e você, qual o seu sabor preferido? Tem um ingrediente secreto? Conte para a gente!

     

10 trava-línguas para decolar o seu inglês

10 trava-línguas para decolar o seu inglês

O mês das crianças traz à nossa mente ótimas lembranças sobre os melhores períodos da nossa infância, não é? Mas uma prática nunca sai de moda: os trava-línguas. Sabe aquela repetição de sons parecidos em uma frase que você sempre se confunde na hora de falar? A diversão é sempre garantida e, pensando nisso, a American Insight decidiu montar uma lista com os 10  tongue-twisters mais legais em inglês!

      👉 Nível fácil

Para começar a esquentar, tenho certeza que você conseguirá fazer esses sem grandes problemas.

  • Peter Piper picked a peck of pickled peppers. A peck of pickled peppers Peter Piper picked. If Peter Piper picked a peck of pickled peppers, Where’s the peck of pickled peppers Peter Piper picked?
  • Can you can a can as a canner can can a can?
  • She saw Sharif’s shoes on the sofa. But was she so sure those were Sharif’s shoes she saw?

      👉 Nível intermediário

Primeira parte moleza? Ou deu uma engasgada para conseguir o Peter Piper. Se você já se sente preparado (a), vamos aos desafios do nível intermediário!

  • A big black bug bit a big black dog on his big black nose.
  • Imagine an imaginary menagerie manager? Imagining managing an imaginary menagerie.
  • One-one was a race horse. Two-two was one too. One-one won one race. Two-two won one too.

      👉 Nível avançado

Chegou a hora de ir para a parte mais difícil, com maior velocidade e mais chances de travar no meio da frase. Pronto (a) para o desafio?

  • Which witch switched the Swiss wristwatches?
  • How many cookies could a good cook cook if a good cook could cook cookies? A good cook could cook as much cookies as a good cook who could cook cookies.
  • Yellow butter, purple jelly, red jam, black bread. Spread it thick, say it quick! Yellow butter, purple jelly, red jam, black bread. Spread it thicker, say it quicker! Yellow butter, purple jelly, red jam, black bread. Don’t eat with your mouth full!

      👉 Nível impossível

Lembra que prometemos 10 tongue-twisters? O último é, de longe, o mais desafiador da língua inglesa. Envolve muita prática e treino.

  • How much wood could Chuck Woods’ woodchuck chuck, if Chuck Woods’ woodchuck could and would chuck wood? If Chuck Woods’ woodchuck could and would chuck wood, how much wood could and would Chuck Woods’ woodchuck chuck? Chuck Woods’ woodchuck would chuck, he would, as much as he could, and chuck as much wood as any woodchuck would, if a woodchuck could and would chuck wood.

Conseguiu todos? Conte para a gente qual foi mais difícil e qual não conseguiu terminar! Se você tiver feito o última de primeira, precisamos te dar um prêmio!

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4 mentiras que te contaram sobre aprender inglês

Aqui na American Insight nós adoramos brincadeiras, mas se tem uma coisa que não conseguimos aceitar são as mentiras que contam sobre o aprendizado do inglês. Listamos as 4 piores que já te falaram em algum momento. Confira!

      1️⃣ Aprender inglês não vai mudar a sua vida profissional

MENTIRA! Segundo estudo da Catho, especializada na inserção no mercado de trabalho no Brasil, a faixa salarial de um profissional que domina o idioma chega a ser 70% maior de quem ainda passa aperto para se comunicar em inglês.

      2️⃣ Você não precisa definir uma meta

MENTIRA! Cada aluno possui um objetivo particular para aprender Inglês e isso varia bastante. Tem pessoas que estudam para desenvolver a leitura de, por exemplo, textos técnicos e podem até dispensar a fluência oral. Outros precisam ter um conhecimento mais amplo porque estão buscando uma promoção em uma empresa e precisarão fazer apresentações, participar de reuniões e até negociar em inglês.  Trace um plano detalhado para saber quais são as suas necessidades. O conceito de sucesso é relativo, pois varia de acordo com o objetivo de cada um. Aquilo que para mim é uma meta alcançada, para outra pessoa, pode significar, por exemplo, apenas a metade do caminho. O meu “inglês fluente” pode não ser o mesmo que o seu.

      3️⃣ Você precisa morar fora para ser fluente

MENTIRA! Morar fora do país requer inúmeros planejamentos e condições, não é simplesmente querer morar. Existem diversas pessoas que nunca moraram em um país de língua inglesa e são fluentes em inglês. Existem também pessoas que moraram anos fora e não são nada fluentes. Claro que morar em um país de língua inglesa ajuda você desenvolver o aprendizado. Para ser realmente fluente você deve estudar, se envolver com a língua e dedicar-se à ela. Isso você consegue fazer morando aqui mesmo no Brasil.

      4️⃣ Inglês é difícil e chato

MENTIRA! Dificuldade é o modo como as pessoas insistem aprender ou ensinar inglês no Brasil: um monte de regras e mais um monte de palavras soltas. Aprender inglês dessa forma antiga é uma tormenta ao cérebro criativo. O aprendizado da língua se torna na verdade um teste de memória. Você decora uma série de regras e palavras, muitas vezes sem nexo algum, e tenta usar a língua matematicamente (como se fosse um quebra cabeça). Quem tiver uma memória melhor para lembrar de tudo irá se sobressair nos estudos. Esse ensino engessado é o que torna a língua inglesa difícil, chata, cansativa e morosa. Para mudar isso, é preciso mudar o jeito como você aprende inglês, por isso, aqui na American Insight buscamos sempre novas formas de inovar, seja trazendo realidade virtual ou até robótica para as nossas aulas. Conheça mais sobre os nossos cursos.

     

4 diferenças entre o inglês britânico e o americano

4 diferenças entre o inglês britânico e o americano

Rivalidades são comuns em muitas áreas: no esporte, em disputas territoriais ou no modelo econômico do país, por exemplo. Mas uma das maiores rivalidades atualmente é em relação ao inglês. Qual seria o certo? A forma britânica ou a americana?

Se você esperava uma resposta clara sobre a maneira correta, infelizmente não será possível. Antes de mais nada é necessário explicar que ambos estão corretos e são válidos, assim como o português de Portugal e o praticado aqui no Brasil. Mas isso não significa que você não possa descobrir e identificar as principais diferenças entre eles.

      1. Sotaque

Certamente você já passou pelo fofo vídeo de dois irmãos registrando o momento em que Charlie, o mais novo, morde o dedo do mais velho. Ele ressalta a principal diferença: o sotaque. O exemplo em questão, tipicamente britânico, mostra como a maneira de falar mais carregada e acentuada destoa da velocidade americana apresentada nos filmes de Hollywood.

      2. Gramática

Aqui a principal mudança é na utilização dos tempos verbais. Por exemplo, no possessive, os britânicos optam por utilizar “have got” para demonstrar a posse de algo, enquanto os americanos preferem se expressar utilizando o “got”. Have you got a bike vs. Do you have a bike?

      3. Escrita

Se você não consegue perceber as diferenças em uma rápida conversa, talvez seja mais fácil comparando textos escritos por britânicos e por americanos. São detalhes, mas que podem causar estranheza em um primeiro momento. Quer exemplos? Palavras que terminam com “ter” nos Estados Unidos geralmente são modificadas para “tre” no Reino Unido (theater vira theatre e center se transforma em centre). O mesmo acontece com a terminação “og” que vira “ogue” (catalog vs. catalogue) e “or” que se transforma em “our” (flavor vs. flavour) na terra da rainha.

      4. Vocabulário

Você pensou em gírias quando leu o subtítulo acima? Se sim, acertou apenas parcialmente. É claro que as gírias são diferentes e a maneira de se expressar muda de um local para o outro (na verdade de uma cidade para outra, dentro do mesmo país, já pode apresentar expressões distintas), mas aqui estamos falando de palavras de nosso cotidiano. Por exemplo, “Fall” nos Estados Unidos é modificado para “Autumn” no Reino Unido, o mesmo processo que transforma o “subway” em “underground” ou “dude” em “mate”. Interessante, não é?

Gostou das dicas? Então aproveite para avaliar o nível do seu inglês em nosso teste de nivelamento gratuito e online.

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Let’s be Happy!

Segundo o British Council (2018), apenas 3% dos brasileiros são fluentes em inglês e apenas 5% falam inglês de fato (isso numa população de 200 milhões de pessoas). O que fazer parte desses 3% pode te proporcionar?

A resposta é: felicidade e satisfação. Felicidade essa, transformada em sonhos sendo concretizados.

Mas você pode se perguntar assim: “Como falar inglês pode significar realizar meu sonho?” Simples! Não sei qual é seu sonho, mas vamos tentar traduzi-lo.

Provavelmente você já deve ter se perguntado porque você ri depois de todo mundo no cinema quando acontece uma piada. Provavelmente houve uma lentidão na legenda e a piada não foi traduzida com o real significado, logo, isso causa uma grande perda na sua experiência (sem contar que lendo legenda você perde muito do filme e de detalhes daquela cena “top”). Nem vou falar sobre os filmes dublados, pois, um grande investimento que os diretores fazem contratando grandes atores acaba indo por água abaixo, né?! Ou você acha que a voz de Morgan Freeman, por exemplo, é barata? Muito pelo contrário, é a mais cara!

Morgan Freeman

Segundo a Você SA (2015), os gerentes, coordenadores e diretores que falam inglês fluentemente ganham até 60% a mais daqueles que não falam. Ou seja, aquela oportunidade na empresa dos seus sonhos vai te possibilitar maior ganho e vai te possibilitar também realizar o seu sonho de ter um carro, uma casa ou viajar. Sem contar que 80% dos maiores RH’s do Brasil consideram que inglês não é mais um diferencial, mas sim um pré-requisito.

Também não posso esquecer que na carreira acadêmica para que se consiga uma graduação, mestrado ou doutorado sanduíche (parte do curso realizado no exterior), é sine qua non que você seja proficiente. Proficiência essa que só é comprovada através de testes como TOEIC, TOEFL, IELTS, entre outros. Mesmo quem fala inglês, precisa se preparar para essas provas que são bem difíceis.

Let’s be Happy!

Falar inglês é sinônimo de felicidade!

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‘Fake’ and ‘Good’ friends

Hello Insighter! How are you doing?!

Basicamente os cognatos são palavras da língua estrangeira que se assemelham em grafia e/ou significado da nossa.  Consequentemente, os falsos cognatos ou ‘Fake friends’ são as palavras que parecem ter o mesmo significado na nossa língua mas não são, como por exemplo a palavra ‘College’ que não é igual a colégio e sim Universidade. Abaixo segue uma lista com mais exemplos de ‘Fake’ and ‘Good’ friends, see you soon! 

Fake Friends:

Actually

Attend

Cafeteria

Coroner

Costume

Fabric

Intend

Library

Lunch

Mayor

Novel

Parents

Pretend

Realize

Support

Good Friends:

Area

Banana

Casual

Chocolate

Crime

Custom

Material

Normal

Original

Pizza

Present

Radio

Regular

Social

Video

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Dia dos Namorados vs Valentines Day

O mês de junho chegou, junto com temperaturas mais frias no território brasileiro e anúncios de festas cheias de barraquinhas típicas e bandeirinhas. O período também é tradicional pela data mais romântica do calendário nacional: o Dia dos Namorados. Mas qual é a diferença entre a nossa comemoração e o Valentine’s Day? É o que a American Insight traz para você nesse post. Confira!

Muita confusão é feita entre as duas datas que, apesar de representarem o mesmo sentimento romântico, possuem origens completamente distintas e muitas diferenças. A começar pelo período de celebração. Por aqui, o dia 12 de junho foi escolhido desde 1948, enquanto nos Estados Unidos (e em inúmeros países) a comemoração é realizada no dia de São Valentim, 14 de fevereiro.

O surgimento da celebração no Brasil tem um motivo bastante curioso. Engana-se quem pensa que a relação seja com o santo casamenteiro, Santo Antônio, no dia 13 de junho. A origem é totalmente comercial, tendo sido desenvolvida por João Dória (pai do empresário e político paulistano) como uma campanha para melhorar o fraco período de vendas característico dessa época na loja Exposição Clipper. A data hoje é considerada uma das mais importantes para o faturamento do comércio, junto com Dia das Mães e Natal, por exemplo.

Já o Valentine’s Day tem sua origem no século V e existem muitas teorias sobre o seu surgimento. A mais conhecida diz que São Valentim era um padre de Roma que foi condenado à morte no século III por realizar casamentos de maneira secreta (ato proibido pelo Imperador Claudio II). Na prisão, Valentim se apaixonou pela filha do carcereiro e, no dia de sua execução, enviou uma carta de amor assinando ‘do seu Valentim’, prática bastante comum hoje em dia na data especial.

Dois séculos mais tarde a data começou a ser comemorada para valer, quando o papa Gelásio instituiu o Dia de São Valentim, tornando-o em um símbolo dos namorados, uma resposta à uma tradição antiga de um festival romano e que celebrava a fertilidade.

A data também é sinônimo de sucesso comercial nos Estados Unidos, chegando a movimentar cerca de 20 bilhões de dólares na economia.

Outra diferença bastante significativa é que no Brasil a data é marcada pelo seu aspecto romântico, enquanto nos Estados Unidos também funciona como uma celebração da amizade, especialmente por crianças na escola, que mandam cartões para seus colegas de classe.

Comercial, religioso ou romântico, ambas as datas são marcantes em nosso calendário e você tem uma desculpa para celebrar duas vezes com o seu amor. Não se esqueça de caprichar na surpresa para surpreendê-lo(a)!

Pontualidade Britânica

Pontualidade Britânica

Hello Insighters!

How are you?!

Nesta semana falaremos sobre o Inglês britânico e suas características marcantes, tanto na língua quanto na própria cultura do povo, e hoje em especial falaremos de uma característica clássica cultural: A pontualidade britânica!

“O grande problema com a pontualidade é que raramente há alguém lá para apreciá-la. ”Esta é uma típica ‘british joke’ sobre a questão da pontualidade, mas brincadeiras à parte, os britânicos realmente valorizam muito a pontualidade e são conhecidos mundialmente por isso.

A pontualidade britânica é bem antiga, datada do século XVIII, foi quando foram distribuídos diversos relógios em Londres para que as pessoas pudessem organizar compromissos e horários, o mais famoso se tornou o emblemático Big Ben. Contudo, o principal relógio ainda é localizado na parede do Observatório Real de Greenwich, e é com base nele que atualmente os demais países acertam os seus respectivos fusos horários, a famosa hora zero do mundo que é o tempo médio de Greenwich, por isso que visualizamos a sigla GMT (Greenwich Mean Time) quando acessamos os fusos horários.

O ato de ser pontual no Brasil não é sempre respeitado como bem sabemos, em geral nós brasileiros não temos uma cultura forte nisso, aqui no nosso país é aceitável chegar 15, 20 minutos (às vezes até mais!) em algum compromisso, porém, quando falamos de Reino Unido, se você chegar após o horário marcado as pessoas não vão entender bem e considerar uma falta de educação, o ato de ser pontual é uma questão forte de comprometimento não somente na relação profissional como também na relação pessoal.

Então, quando for ao Reino Unido você já sabe: ‘be on time!’ and ‘don’t be late!’, ou seja, chegue na hora e não se atrase, e em caso de isso ocorrer tente avisar com máximo de antecedência possível para não perder um compromisso ou até mesmo bons relacionamentos.